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Ele (não) voltou!

Hallo leute!

Michael Schumacher[5]

Eu já estava com o post quase pronto. O improvável retorno do maior campeão da história da Fórmula 1 seria um ótimo assunto para ser abordado aqui. O acidente sofrido pelo simpático e carismático Felipe Massa traria de volta às pistas o arrogante e insuportável Michael Schumacher, heptacampeão da modalidade.

O maior campeão da história. Pois é. Não vou entrar no mérito das suas conquistas, obtidas em um momento em que a Fórmula 1 passava por um momento extremamente técnico, onde a qualidade do carro valia muito mais que o piloto e quando o material humano estava bem fraco.

Sério mesmo, o Jacques Villeneuve foi campeão mundial em 1997. Preciso dizer mais? Você nem lembrava disso e só não precisou conferir esta informação e lembrar QUEM era essa cara porque eu deixei o link…

Bom, de volta ao Schumi. Aliás, eu sempre detestei esse apelido, dava uma idéia de simpatia que ele nunca demonstrou e nem se esforçava. Minha opinião pessoal é que ele é, de fato, um grande corredor. Só que fez história quando a qualidade técnica dos carros se sobressaía, e muito, à qualidade dos pilotos. Basta lembrar que ele ganhava o campeonato com 3 ou 4 corridas do final e seu maior concorrente era o Rubinho, que dividia a Ferrari com ele. Ou seja, bastava estar com o melhor carro (Ferrari) para estar dentre os melhores.

Schumacher e Felipe Massa: amigos, por incrível que pareça.

Schumacher e Felipe Massa: amigos, por incrível que pareça.

Tanto isto é verdade que a FIA determinou nos anos seguintes que os carros deveriam ser parecidos tecnicamente, o máximo possível. E assim foi: o inglês Lewis Hamilton perdeu por um ponto de diferença do campeão no seu ano de estréia (2007) e ganhou o campeonato do ano seguinte também por um ponto. Ou seja, um estreante quase ganhou o campeonato de 2007, sendo que este foi definido na última corrida. Isso porque nem vou falar do Felipe Massa, que perdeu o título de 2008 na última volta.

Além disso, só para reforçar meu argumento, aqueles que querem ser campeões da Formula 1 atualmente precisam brigar com Lewis Hamilton, Fernando Alonso, Mika Häkkinen, Sebastian Vettel. Dá pra ver que todos os pilotos, tendo igualdade técnica do carro, ou pelo menos semelhança, precisam se sobressair. O capital humano conta muito mais nesta época da competição.

Voltando para 2009. Michael Schumacher andava por ai correndo de moto. Felipe Massa sofre um gravíssimo acidente. Quem que chamam para substituí-lo? Uau, a lenda, o maior campeão da história.

Ele também sofreu um grave acidente de moto, mas passa bem.

Ele também sofreu um grave acidente de moto, mas passa bem.

Bom, primeiro eram boatos, depois se confirmou: Schumacher voltaria e já estava treinando em um Fórmula 1 da Ferrari de 2007. Depois de vários testes e avaliações físicas, o heptacampeão foi dispensado, pois não estava em condições físicas de correr.

Pois é. Ficamos sem saber como seria o desempenho de um Michael Schumacher mais velho, destreinado, afastado por anos e sem ritmo de corrida. Seria uma excelente oportunidade para provar ao mundo que de fato ele é bom mesmo. Sim, na opinião da metade masculina do Donnerwetter!, este senhor precisa mostrar sim que de fato é um excelente piloto. Bom ele é, mas queria ver o quanto!

Daqui pra frente, essa vai ser a única Ferrari que você vai pilotar, alemão!

Daqui pra frente, essa vai ser a única Ferrari que você vai pilotar, alemão!

Como seria a sua volta? O que ele iria conseguir fazer? Em qual posição terminaria no campeonato? Impossível saber agora. Fato é que Luca Badoer, o piloto italiano de testes da Ferrari, que de fato veio a substituir o Felipe, cumpre seu papel sem brilho nenhum. Geralmente fica em último lugar. E olha só QUEM ganhou a corrida hoje?

Parabéns ao vide líder!

Parabéns ao vide líder!

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Bundesliga – Werder Bremen x Stuttgart

bundesliga-logoA metade feminina do Donnerwetter! continua perseverante na sua missão de acompanhar o Campeonato Alemão, mesmo estando sendo constantemente sabotada pela ESPN e pelo Sportv.

Nesse final de semana assisti mais um jogo, Werder Bremen x Stuttgart. Dessa vez não consegui identificar se estava diante de um clássico. Só sabia que o Stuttgart estava em melhor posição no campeonato que o Bremen.

Mas vamos ao jogo. O Werder estava com a vantagem de estar jogando em casa. No entanto, estava desfalcado sem os seus dois zagueiros titulares, o brasileiro Naldo que fora expulso no jogo anterior e estava, portanto, suspenso, e o Mertesacker que  não jogou por estar doente.

Antes de começar o jogo, todos fizeram um minuto de silêncio em memória das vítimas do massacre de Winnenden e notei que todos os jogadores usavam uma faixa preta no braço esquerdo.

1º tempo

Bola rolando, mais ou menos aos 15 minutos de jogo o Pizarro do Bremen foi derrubado dentro da área no que me pareceu ser claramente um pênalti, mas o juiz não marcou.

Aos 26 minutos, o capitão do Bremen, Frank Baumann, tomou um cartão amarelo merecido por ter metido a mão da bola numa tentativa desesperada de evitar o que poderia resultar no 1º gol da partida favorecendo o Stuttgart.

Aos 35 minutos aconteceu o 1º gol marcado pelo Diego do Bremen numa cobrança de falta. A partir daí até o final do 1º tempo, o Stuttgart fez várias tentativas de gol, mas nenhuma entrou.

2º tempo

Logo no início da 2a metade da partida, aos 7 minutos o Bremen marcou o seu 2º gol no que, pra mim, foi o lance mais bonito da partida: Diego tocou com o calcanhar para Pizarro que chutou de fora da área e marcou.

Após mais uma tentativa frustrada do Stuttgart de marcar, Diego mais uma vez mostrou serviço no contra-ataque fazendo um passe para Rosenberg que chutou e marcou o 3º gol do Werder aos 14 minutos.  Deu até um pouco de pena do Jens Lehman porque a bola passou pelo meio das pernas dele. Pôxa, ele substituiu  o Oliver Kahn na seleção alemã e defendeu todos aqueles pênaltis contra a Argentina…

Aos 29 minutos Rosenberg colocou o último prego no caixão do Stuttgart ao fazer o 4º gol do Werder e seu segundo na partida.

Resultado final: Werder Bremen 4 x Stuttgart 0

Apesar do resultado um tanto humilhante pro Stuttgart este continua ainda melhor posicionado no campeonato do que o Werder. Infelizmente pro time dos brasileiros Naldo e Diego, essa vitória não contribuiu em nada pra melhorar sua posição. O Werder Bremen está atualmente na 10a posição e o Stuttgart na 6a.

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Bundesliga – Werder Bremen x Bayern München

Has Leute!german-logo8

A metade feminina do Donnerwetter! não entende picas de futebol e também não torce pra nenhum time.

Admito que só presto atenção nesse esporte em ano de Copa do Mundo e de Eurocopa.

No entanto, na madrugada do domingo pra segunda, zapeando pelos canais me deparei com a reprise de um clássico do futebol alemão, Werder Bremen x Bayern München, jogando pela Bundesliga (o equivalente alemão do Brasileirão). Mesmo sendo ignorante eu sabia que estava diante de um verdadeiro duelo de titãs.

Pra minha felicidade, ambos os times tinham várias caras conhecidas da seleção alemã da Copa de 2006: Mertesacker, Podolski, Schweinsteiger, Klose, Frings, Borowski e até o Klinsmann que agora é o treinador do Bayern München.

Presentes estavam, também, os brasileiros Diego e Naldo (ambos do Werder Bremen), e José Carlos e Lúcio (ambos do Bayern München, sendo que o último na minha opinião foi um dos poucos que fez alguma coisa que prestou na Copa de 2006). O Naldo foi expulso aos 15 minutos do 1º tempo por ter feito uma falta no Ribery (outro veterano da Copa de 2006). Eu achei que a punição foi severa demais.

Fiquei um pouco decepcionada com o jogo porque esperava uma saraivada de gols, mas o resultado final foi O x O.

o Bayern jogou bem mais ou menos. O Werder Bremen teve várias oportunidades de gol que foram disperdiçadas pela má pontaria dos jogadores, mas no geral eles jogaram melhor mesmo tendo um jogador a menos.

Inexplicavelmente o Klinsmann manteve o Bayern jogando com um único atacante (o Klose) durante todo o primeiro tempo, já que o tradicional atacante número 2 do time, Luca Toni (mais um de 2006), não jogou por estar contundido. No 2º tempo, o Klinsmann finalmente colocou o Podolski no lugar do Schweinsteiger. Não é à toa que o Podolski reclama constantemente que é subaproveitado no Bayern, estando confirmada sua transferência para o Colônia após o final do campeonato.

Na minha opinião de leiga a grande estrela do jogo foi o goleiro do Werder Bremen, o Christian Vander. Vander jogou subsituindo o goleiro titular Tim Wiese e foi capaz de inspirar segurança e tranquilidade aos seus companheiros de time. Coisa que o goleiro do Bayern não foi capaz de fazer, mas convenhamos não deve ser nada fácil subsituir alguém do náipe do Oliver Kahn.

Apesar da performance nada espetacular nesse jogo o Bayern München é o favorito pra ganhar o título esse ano. Se a expectativa se confirmar, será seu 22º título.

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